Traição I: Sempre à Espreita

TRAIÇÃO I: SEMPRE À ESPREITA

 

Dedos gélidos cercam o coração

Um frio no peito que dói

Como se o que resta fosse a perdição

Das dores nada mais assim corrói

Um golpe que cava a alma

 Um poço que sempre estará lá

 Uma sombra sempre calma

 que estende suas mãos para cá

Dedos gélidos, doces, mas frios

No profundo do amago dói os brios

Uma dor contínua, que se arrasta

Arrasta pelo poço sem um basta

Do poço, se espalha pelo corpo

Não há mais ânimo para nada

Não há mais como ver o tempo

Pois toda a vida fica parada

Sempre que o vento ali bate

Todas as emoções voltam a doer

A mente se desfaz como um blecaute

Um vazio que sempre há de ser

                        – de Ryts coagido pela Fer ‘XD (20/10/2011)

RYTS

Traição I: Sempre à Espreita

Apenas uma carcaça vazia movida a engrenagens desconexas, que busca alívio nas palavras vãs de um desabafo doloroso.

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.
%d blogueiros gostam disto: