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É preciso deixar ir embora

Quantas vezes nos apegamos a sentimentos antigos? Quantas vezes nos culpamos por algum fato no passado? Quantas vezes […]

A Natureza da Dualidade Humana

Nos últimos tempos, tenho percebido o quão me sinto atraído pelos vilões em algumas séries que acompanho e, […]

Sentirei pena de você!

Se dar bem ou não pode ser questão de sorte, de inteligência, de carisma, do acaso, do encontro, […]

Roda gigante da vida

Talvez seja essa a grande vilã dos relacionamentos: A bagagem emocional. O resquício, o trauma, as mazelas, as […]

O reboque de nossa casa

Você passa toda sua vida acreditando em determinadas coisas, seguindo um determinado modelo, convicto de ser o caminho […]

A vida continua

Algumas séries me fisgam pelas beiradas. São frases, ditas no meio de um episódio, que me levam a refletir os últimos acontecimentos de minha vida, e de repente estou apaixonada pelas personagens, feito a Teresa, de “Três Teresas”, na noite de ontem. Lá pelas tantas, a frase: “O mundo da gente começa a morrer antes da gente… e a gente tem que continuar…” _ Pronto. Foi a deixa para meu pensamento voar, entender alguns desencaixes, suportar certas partidas, colocar algumas peças no lugar.

Não existe amor Gay

É difícil precisar quando comecei a sentir interesse por garotos. Talvez tenha sido enquanto colecionava revistas e cds […]

40 Verdades Sobre a Vida

Você não pode mudar outras pessoas, e é grosseiro tentar. É muito mais difícil queimar calorias do que se […]

Mabon – Equinócio de Outono

No antigo calendário Celta (Graças à Deusa-Mãe, resgatado nos dias de hoje) havia vários festejos em determinadas épocas do Ano, para celebrar as passagens das estações, das colheitas, os lamúrios invernais, assim como, para adorar aos Deuses e Deusas, criando assim,  um elo para com todos eles, assim como com Gaia, a Terra-Mãe, inquebrantável, algo Glorioso e Eterno. Nesta época, já é preparado a Declínio do Deus, que já começa a dar mostras de fraqueza, já se prepara para viajar para a Terra do Verão. Publicarei aqui, os costumes desta época, no antigo e atual, que este povo maravilhoso, o povo Celta, entre outros, prepara para seus amados Deuses:

Chegando ao fundo do poço

Joãozito é cheio dos dizeres interessantes. Dia desses todos chorávamos as pitangas quando ele anunciou “Meu fundo do poço não tem mola, gente, no fundo do meu poço tem um ralo. Ou seja, quando eu chego no fundo do poço, ainda desço pelo ralo e entro pelo cano”, exagerou enquanto todos riam. E eu só conseguia pensar: o que tem lá, no fundo do meu poço?

poçoQuando estou afundando, caindo, não costumo pensar muito nisso. A gente só consegue pensar em como foi parar lá, em queda livre. Uma resposta mais torta de quem amamos, um não que vem no lugar do sim que andávamos precisando, um ato ingrato, tudo vai alargando a boca do poço. Nossa insistência em negar o óbvio, nossa fé exagerada em quem não merece outra chance, nossos desejos vazios que alimentamos como quem enche uma peneira inteira de água. Burrice.

Juntos, mas sozinhos…

Com sorrisos cada vez mais raros e sem poder de contagiar; com impaciência ao invés de brincadeiras e um torturante silêncio onde deveriam existir palavras e palavras, cada vez mais pessoas vivenciam a solidão a dois, termo que ouvi pela primeira vez na voz de Cazuza, em “Eu queria ter uma bomba”, música do Barão Vermelho.

São olhares vazios, pensamentos dispersos e uma sensação enorme de “tanto faz”. Na mesa do restaurante, o casal insiste em prestar atenção exclusivamente às telas de seus celulares; enquanto caminham, nenhuma palavra sai de seus lábios, e na despedida um beijo frio. No sexo, por não exigir diálogo, as coisas fluem um pouco melhor. Mas ainda assim é insuficiente.

Conto de David Bowie escrito por Neil Gaiman

Em sua última coletânea de contos,Trigger Warning, Neil Gaiman publicou uma história cuja referência pode ter passado despercebida aos leitores que não conhecem David Bowie: “The Return of the Thin White Duke” (“O Retorno do Magro Duque Branco” em português), em clara referência à canção de Bowie “Station to Station”, em que a frase aparece como um dos versos da música.

A arte de “The Return of the thin white duke”.

 

Nessa história, conhecemos o “mito criador” de David Bowie, de forma sutil e etérea (ainda que o autor tenha chamado de ‘fan fiction’ em seu site). As referências são claras: além do verso que virou título do conto, Gaiman homenageia o cantor britânico falando que o “Duque” criava estrelas, um elemento bastante presente na obra de Bowie. Os traços do personagem, ilustrados por Yoshitaka Amano (que trabalhou em parceria com Gaiman) também não deixam dúvidas.

Lições contidas em ” O Pequeno Príncipe”

Le Petit Prince também conhecido como O Principezinho (título em Portugal) ou O Pequeno Príncipe (título no Brasil) é uma obra do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943 nos Estados Unidos. Numa primeira leitura, aparenta ser um livro para crianças, mas possui um grande teor poético e filosófico.

Que tal darmos uma pequena analisada em algumas citações do pequeno pensador?

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Origem do Nome de Lilith

A Lenda de Lilith, a Primeira Esposa de Adão – Parte 01.   Eu sempre fui profundamente atraída […]

A lenda de Bloody Mary

A lenda de Bloody Mary também é conhecida por lenda da Mary Worth ou Mary Whales. No Brasil […]

Ofélia de Shakespeare

A peça Hamlet é considerada a obra mais densa de Shakespeare, devido a intensidade dramática da trama e […]

25 de Dezembro: Retorno às Origens

  Antes de fazer qualquer julgamento sobre esta imagem, conheça a história e descobrirá que a divindade celebrada […]