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É preciso deixar ir embora

Quantas vezes nos apegamos a sentimentos antigos? Quantas vezes nos culpamos por algum fato no passado? Quantas vezes […]

A Natureza da Dualidade Humana

Nos últimos tempos, tenho percebido o quão me sinto atraído pelos vilões em algumas séries que acompanho e, […]

Coexistir para ter sentido

Há um momento incontrolável de uma busca por alguém. Não se sente mais completo e a visão que […]

Sentirei pena de você!

Se dar bem ou não pode ser questão de sorte, de inteligência, de carisma, do acaso, do encontro, […]

Roda gigante da vida

Talvez seja essa a grande vilã dos relacionamentos: A bagagem emocional. O resquício, o trauma, as mazelas, as […]

Overdose de Realidade

É devastador quando a realidade insiste em esmurrar a tua porta e te lembrar repetidamente que, na prática, […]

O reboque de nossa casa

Você passa toda sua vida acreditando em determinadas coisas, seguindo um determinado modelo, convicto de ser o caminho […]

A vida continua

Algumas séries me fisgam pelas beiradas. São frases, ditas no meio de um episódio, que me levam a refletir os últimos acontecimentos de minha vida, e de repente estou apaixonada pelas personagens, feito a Teresa, de “Três Teresas”, na noite de ontem. Lá pelas tantas, a frase: “O mundo da gente começa a morrer antes da gente… e a gente tem que continuar…” _ Pronto. Foi a deixa para meu pensamento voar, entender alguns desencaixes, suportar certas partidas, colocar algumas peças no lugar.

Rascunhos de uma vida

O que parecia ser um definitivo fim do caminho era um beco sinuoso e úmido. Sedutor. Iluminação difusa, […]

Não existe amor Gay

É difícil precisar quando comecei a sentir interesse por garotos. Talvez tenha sido enquanto colecionava revistas e cds […]

Eu me lembro

Quem está aí?   E me lembro dos flashes de risadas E lunáticos perdidos em suas almas Propagandas […]

40 Verdades Sobre a Vida

Você não pode mudar outras pessoas, e é grosseiro tentar. É muito mais difícil queimar calorias do que se […]

Açucar, água e máquina

Qualquer pessoa pode ser seduzida pelo doce e convidativo sabor do açúcar. Mas será que você conhece todos os elementos químicos que o compõe? Conhece o sabor de cada um destes componentes isoladamente?

E se você pudesse? Como seria ter essa habilidade de “paladar seletivo”? Talvez isso não devesse nem ser chamado de habilidade, é algo grandioso demais para ser rotulado apenas como uma habilidade. Necessidade. Sim, uma necessidade.

Mabon – Equinócio de Outono

No antigo calendário Celta (Graças à Deusa-Mãe, resgatado nos dias de hoje) havia vários festejos em determinadas épocas do Ano, para celebrar as passagens das estações, das colheitas, os lamúrios invernais, assim como, para adorar aos Deuses e Deusas, criando assim,  um elo para com todos eles, assim como com Gaia, a Terra-Mãe, inquebrantável, algo Glorioso e Eterno. Nesta época, já é preparado a Declínio do Deus, que já começa a dar mostras de fraqueza, já se prepara para viajar para a Terra do Verão. Publicarei aqui, os costumes desta época, no antigo e atual, que este povo maravilhoso, o povo Celta, entre outros, prepara para seus amados Deuses:

Vontade de me fechar, de me calar que qualquer balbucear se compara a trovões em tempestuosas noite…
Vontade de mudar, sem saber por onde começar ou onde ir, sentindo-me perdido e só; tentando encontrar significado e consolo no que tenho hoje…
Vontade de recomeçar sem saber por onde. Simplesmente recomeçar para que o novo se faça prazeiroso e curioso a minha vista e o incerto torna-se terras a desbravar…
Medo, medo de não conseguir preencher o vazio que se encontra em minha vida e de continuar onde estou…
Mudar…
Avançar…
Cair…
Levantar…
Vencer…
Conquistar…

… E quem sabe amar…

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O Amor não é mágico

Estar apaixonado deixa a gente mais feliz, mais vivo, no mundo da lua, com um sorrisinho de orelha a orelha quando se pensa em um certo alguém. É uma sensação tão boa, tão… MÁGICA! Não.

Estar apaixonado é o mesmo que ingerir alguma droga que cause uma sensação de euforia e bem estar, capaz de deixar o ser humano mais azedo do mundo feliz. E esta comparação tem fundamento biológico: atividades como sexo, drogas e (rock and roll) apaixonar-se estimulam a ação da dopamina em nosso cérebro. Quando liberada ela desencadeia impulsos nervosos que proporcionam uma sensação instantânea de bem estar.

You – Evanescence

Sabe aquele momento em que você está tentando tentando buscar inspiração para escrever algo? Eu costumo deixar alguma playlist tocando no computador para me ajudar a entrar no clima que preciso, ou para me afundar de vez na lama, dá na mesma coisa né?

Eis que uma música antiga começa a tocar… Me arrepio toda apenas ao ouvir as notas iniciais e quando a Amy Lee começou cantar, meu olhos encheram de lágrimas.

Chegando ao fundo do poço

Joãozito é cheio dos dizeres interessantes. Dia desses todos chorávamos as pitangas quando ele anunciou “Meu fundo do poço não tem mola, gente, no fundo do meu poço tem um ralo. Ou seja, quando eu chego no fundo do poço, ainda desço pelo ralo e entro pelo cano”, exagerou enquanto todos riam. E eu só conseguia pensar: o que tem lá, no fundo do meu poço?

poçoQuando estou afundando, caindo, não costumo pensar muito nisso. A gente só consegue pensar em como foi parar lá, em queda livre. Uma resposta mais torta de quem amamos, um não que vem no lugar do sim que andávamos precisando, um ato ingrato, tudo vai alargando a boca do poço. Nossa insistência em negar o óbvio, nossa fé exagerada em quem não merece outra chance, nossos desejos vazios que alimentamos como quem enche uma peneira inteira de água. Burrice.

Juntos, mas sozinhos…

Com sorrisos cada vez mais raros e sem poder de contagiar; com impaciência ao invés de brincadeiras e um torturante silêncio onde deveriam existir palavras e palavras, cada vez mais pessoas vivenciam a solidão a dois, termo que ouvi pela primeira vez na voz de Cazuza, em “Eu queria ter uma bomba”, música do Barão Vermelho.

São olhares vazios, pensamentos dispersos e uma sensação enorme de “tanto faz”. Na mesa do restaurante, o casal insiste em prestar atenção exclusivamente às telas de seus celulares; enquanto caminham, nenhuma palavra sai de seus lábios, e na despedida um beijo frio. No sexo, por não exigir diálogo, as coisas fluem um pouco melhor. Mas ainda assim é insuficiente.

Conto de David Bowie escrito por Neil Gaiman

Em sua última coletânea de contos,Trigger Warning, Neil Gaiman publicou uma história cuja referência pode ter passado despercebida aos leitores que não conhecem David Bowie: “The Return of the Thin White Duke” (“O Retorno do Magro Duque Branco” em português), em clara referência à canção de Bowie “Station to Station”, em que a frase aparece como um dos versos da música.

A arte de “The Return of the thin white duke”.

 

Nessa história, conhecemos o “mito criador” de David Bowie, de forma sutil e etérea (ainda que o autor tenha chamado de ‘fan fiction’ em seu site). As referências são claras: além do verso que virou título do conto, Gaiman homenageia o cantor britânico falando que o “Duque” criava estrelas, um elemento bastante presente na obra de Bowie. Os traços do personagem, ilustrados por Yoshitaka Amano (que trabalhou em parceria com Gaiman) também não deixam dúvidas.